O que era a placa amarela?
Antes da adoção do sistema nacional de identificação veicular, o Brasil utilizou modelos estaduais de placas. Um dos mais lembrados é o padrão de fundo amarelo com caracteres pretos formado por duas letras e quatro números.
A Portaria DENATRAN nº 266/2017 reconhece expressamente esse modelo antigo e estabelece procedimento para o pré-cadastro de veículos registrados nos órgãos estaduais que ainda precisem ser incluídos na Base Índice Nacional do RENAVAM.
Por que o carro pode não aparecer no RENAVAM?
Porque o fato de um veículo ter existido e sido registrado em um Estado não significa que seu cadastro histórico tenha sido migrado automaticamente para a base nacional moderna. Em alguns casos, o registro permaneceu preso ao sistema antigo.
A placa antiga sozinha prova propriedade?
Não. Ela ajuda a identificar e pesquisar o histórico, mas propriedade é outro assunto. O órgão pode exigir documentação que demonstre quem era o titular e como ocorreu a aquisição pelo atual interessado.
Posso manter a placa amarela para circular?
A Portaria 266 foi criada justamente para permitir a atualização cadastral e posterior emplacamento conforme o modelo vigente. A placa antiga tem enorme valor histórico, mas a circulação regular depende da situação documental atual do veículo.
Qual é o primeiro passo?
Fotografe a placa, localize o chassi e o motor sem fazer nenhuma intervenção e reúna tudo o que existir de documentação antiga. Depois, identifique a UF e o município de registro.